Hábito da leitura garante saúde

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Ler nos torna pessoas mais ilustradas e interessantes. E mais saudáveis. Segundo estudo, as pessoas que são incapazes de reter as informações apresentadas a partir de livros são menos saudáveis que quem lê regularmente.

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Leitores contumazes sempre foram vistos como o contrário dos atletas.

Pois quem diria que habilidades de leitura influenciam na boa forma?

Para fazer cair mais um estereótipo, é o que afirma um estudo norueguês.

A pesquisa foi feita pela Universidade de Stavanger.

Você há de pensar que só valem volumes de fôlego como a Divina Comédia, de Dante Alighieri.

Ou Guerra e Paz, de Leão Tolstói, ambos com mais de 500 páginas.

Exatamente pelo peso do objeto.

Nada mais enganoso.

A verdade é que “algumas pessoas não obtêm informações necessárias de saúde porque não são bons leitores”.

A declaração é de uma das autoras, professora Kjersti Lundetræ.

Aparentemente, há uma relação entre a autopercepção de saúde e alfabetização.

A autopercepção de saúde corresponde a estar atenta a pequenas dores ou fadiga em atividades cotidianas.

Ou a problemas emocionais que podem afetar os relacionamentos.

O estudo usou dados de pesquisa internacional sobre alfabetização, conduzida ao longo de cinco anos.

“Estudos anteriores mostraram que a autopercepção de saúde é intimanente ligada ao bem-estar”.

“Portanto, é mais provável que adultos com baixos níveis de leitura estejam em pior estado físico que leitores vorazes”.

A percepção de pior estado de saúde aumenta entre os que lêem menos de acordo com a idade.

Ela é maior entre 45 e 65 anos.

E menor entre os mais jovens, com idades entre 16 e 24 anos.

“Quando se é jovens, a saúde é geralmente boa, a despeito dos cuidados que a pessoa tenha consigo mesma”.

Assim, é natural que a relação entre pouca leitura e a percepção de saúde ruim aumente com o avanço da idade.

O grau de leitura tem maior correlação com a autopercepção de saúde que o gênero, a idade ou níveis educacionais e de renda.

Mas isso se aplica apenas à condição física do indivíduo.

Os resultados não revelam a mesma correlação entre o hábito de leitura e a saúde mental.

Por mais incrível que pareça.

“Recebemos muita informação quando lemos e é compreensível que pessoas deixem de ter acesso a importantes informações sobre saúde por lerem pouco”.

Ler pouco implica em ter pouca familiaridade com o linguajar muitas vezes complicado, que se emprega em notícias a respeito de ciência e medicina.

Por outro lado, melhorar esta habilidade pode oferecer, a longo prazo, efeitos benéficos.

E inclusive a menores gastos com a saúde.

E você, costuma ler com frequência?

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