Repensando o óleo de canola

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Todos os óleos vegetais são bem-vindos na alimentação, certo? Talvez não. Novo estudo alerta contra o óleo de canola. Testes relacionaram a opção com prejuízo à saúde cerebral e ganho de peso.

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Tudo que é feito de vegetais entra na lista de alimentos “saudáveis”.

Certo?

Talvez devamos deixar o óleo de canola de fora.

O alerta vem de um novo estudo da Universidade de Temple (Estados Unidos).

Nele foram feitos testes com cobaias, divididas em dois grupos.

O primeiro foi alimento com azeite, enquanto o outro recebeu óleo de canola na ração.

Em seguida, os animais deveriam passar por um labirinto.

Como resultado, os animais do primeiro grupo saíram-se melhor.

Ao apresentar melhor função de memória, fizeram a tarefa em menos tempo.

Já os que foram alimentados com óleo de canola perderam-se mais vezes no caminho.

E, fisicamente, estavam bastante mais pesados.

A conclusão foi a de que o consumo prolongado de óleo de canola traz perdas na memória, na capacidade de aprendizagem e o ganho de peso.

Principalmente em casos de Doença de Alzheimer.

Ou seja, o óleo de canola seria mais prejudicial do que benéfico para o cérebro.

Isso significa que se deve jogar fora o que temos em casa?

Segundo um dos autores, Dr. Domenico Praticò, não chega a tanto.

Ele ressalta que os testes foram em cobaias, e o mesmo pode não acontecer a humanos.

No entanto, é difícil ignorar os dados registrados.

Neste caso, os cientistas recomendam reduzir o consumo da opção.

Senão mesmo substituí-la a médio e longo prazos.

O estudo foi publicado no periódico Scientific Reports.