A matemática do amor

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O amor verdadeiro existe. Mas não é tão fácil encontrar. Novo estudo usa matemática avançada e revela que as chances de se apaixonar. E truques para melhorar suas probabilidades.

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Há quem passe a vida achando que vai encontrar o par perfeito.

Mas, sem um “empurrãozinho”, as chances são poucas.

É o que garante um estudo feito pela Universidade de Bath (Inglaterra).

Quão poucas?

Exatamente uma em 562.

Os pesquisadores basearam seus cálculos em 18 fatores-chave.

Incluindo localização, idade desejada, atratividade física e status de relacionamento.

Infelizmente, descobriram que apenas 84.440 pessoas no Reino Unido atendem aos requisitos de todos.

Isso dentre uma população adulta de mais de 47 milhões.

O resultado é o equivalente a apenas um em 562.

“Na essência, o amor realmente é uma loteria”.

A explicação é dos autores do estudo.

“Quanto mais pessoas você faz o esforço de encontrar, maiores as chances de sucesso romântico”.

Mas a boa notícia é que existem várias coisas que você pode fazer para melhorar essas chances.

Falar com as pessoas na academia melhora as chances de encontrar o amor perfeito em 15%.

Encontrar amigos no happy hour aumentam as chances em 16%.

O maior impulso é conhecer pessoas através de apps de encontros, com um salto de 17%.

Ser apresentado por amigos de amigos (4%) ou familiares (1%) são as piores apostas para “desencalhar”.

É claro que estas probabilidades foram calculadas com base em números de outro país.

Entretanto, dão uma posta do que ajuda ou atrapalha na busca por seu par.

Vale a pena se cobrar por não estar em um relacionamento?

Talvez estar solteira seja uma fase a ser curtida sem preocupações.

Afinal, casais apaixonados engordam 1,8 kg por ano de relacionamento.

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