Felicidade que contagia

Felicidade que contagia

A felicidade contagia. Só que você não tem noção do quanto. Segundo estudo realizado nos Estados Unidos, quem é feliz faz parceiro ser mais saudável.

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Já sabemos que as pessoas que são felizes são normalmente mais saudáveis.

Quando estamos de alto astral, nos tornamos mais ativos fisicamente.

E menos tentados a comer o que não se deve, exatamente por não precisar buscar satisfação em um cheesebúrguer.

Mas um estudo da Michigan State University (Estados Unidos) sugere que mesmo estar ao lado de uma pessoa feliz nos deixa fisicamente bem.

E muito.

Os dados recolhidos na pesquisa apontam que pessoas com um parceiro feliz são 34% mais propensas a serem saudáveis que aqueles casadas com um chato.

Para ser mais literal, com uma pessoa que não é feliz.

Os dados recolhidos na pesquisa apontam que pessoas com um parceiro feliz são 34% mais propensas a serem saudáveis que aqueles casadas com um chato.

O estudo observou cerca de dois mil casais heteros ao longo de seis anos.

Os participantes com parceiros felizes reportaram ter significativamente mais saúde, menos restrições físicas e exercitar-se com frequência.

Aparentemente, este efeito é causado por três motivos.

O primeiro é que um parceiro feliz esforça-se em cuidar de quem ama, incluindo o preparo atencioso da alimentação e regularidade no horário de tomar remédios, por exemplo.

O segundo é que pessoas positivas têm um plano de longo prazo para suas próprias vidas.

Por isso comem melhor, fazem atividades físicas, dormem cedo e evitam comportamentos e hábitos que vão comprometer sua qualidade de vida no futuro.

E assim levam consigo quem estiver ao seu lado.

Segundo o Dr. Bill Chopik , um dos autores do estudo, “pessoas felizes nos tiram cedo da cama para exercícios, e nos encorajam a comer melhor”.

Por último, pessoas felizes mantêm o estresse longe de casa.

Com elas não precisamos de subtextos e não há climão.

O estudo considerou gênero, renda e nível educacional, e se estavam doentes ou não – fatores que impactam o nível de felicidade.

Surpreendentemente, não houve diferença entre maridos e esposas.

Há uma impressão de que as mulheres gerenciam a saúde dos maridos, mas não há variação entre gêneros, podendo qualquer um dos dois ser a fonte de felicidade.

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