A volta por cima

A volta por cima

Quem conhece a minha história pode imaginar que, ainda hoje, algumas lembranças ainda mexem comigo. Estou falando dos exemplos de gente que, como eu, diante da balança, encarou uma mudança de vida. Leia e inspire-se no que Nikki tem a nos contar.

Hoje com 45 anos, Nikki Oakley é uma britânica, mãe e ex-viciada em açúcar. No auge de sua, não há como dizer de outra forma, dependência, seu consumo de doces e alimentos processados a faziam comer o equivalente a 50 colheres de sopa de açúcar por dia. O máximo recomendado pela Organização Mundial de Saúde é de apenas 6 colheres/dia.

Como você já imaginou, a rotina de Nikki era acordar e dormir comendo o máximo que pudesse: bolachas doces no café da manhã, bolo no jantar e muita insatisfação com a própria vida. Para o jornal Daily Mail, declarou entender que sua obsessão era evidentemente psicológica, e que comia para “passar o tempo”.

A vontade de mudar começou a ficar mais forte quando Nikki simplesmente começava a chorar, quando entrava no corredor dos doces, no supermercado. Segundo a mesma (e como bem sabemos), para onde quer que se olhe, os apelos dos alimentos enriquecidos com açúcar branco são ostensivos, apelativos e, por fim, irressistíveis. Comprar passou a ser uma tortura, que lhe causava ainda fortes dores de cabeça.

Agora, desde setembro, a história é outra. Trabalhando em uma creche, Nikki aderiu a um programa de consultoria alimentar, The Healthy Employee, que é oferecido para empresas na Inglaterra. O programa combina recomendações de dieta e atividades físicas. São dicas, associadas a acompanhamento profissional, para tirar as pessoas do sedentarismo e do vício pelos doces  – que, como vimos, é mais forte que a gente. Vivendo na cidade de Redditch, Worcestershire, ela aderiu com vigor ao programa: zero açúcar de uma vez só, com corrida por três vezes por semana. Para acertar neste “combo” dieta + corrida, consulte meu treino LIT, que queima até 400 calorias por vez e deixa seu metabolismo acelerado até quatro horas depois.

Ao utilizar mais este exemplo, meu desafio é estimular vocês a darem o pulo do gato. Mas lembrem-se: a decisão de mudar é de cada um de nós, uma questão de sobrevivência! Vocês sabiam que só 2% da população mundial se mantém magra? E você, o que tem feito para perder ou manter o peso? Me conte aqui!

nikki

Nikki, ainda reduzindo medidas e diante de tudo que comia: você já fez esta experiência?

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