Rejuvenesça com a ioga facial

ioga-facial

Quer parecer mais jovem sem cirurgia? Pesquisadores americanos revelam que poucas semanas de “exercícios físicos” para a face podem tirar até três anos da aparência.

Leia mais:

20 minutos para mudar sua vida – LIT (Lucilia Intensive Training)
Academia em casa – Confira exercícios que dispensam mensalidade

Sim, malhar ajuda a manter o corpo saudável e jovem.

Agora, os exercícios faciais podem garantir benefícios semelhantes.

Só que acima do pescoço.

Esta foi a descoberta de uma nova pesquisa da Universidade Northwestern (Estados Unidos).

Nela, foi feito um teste com um pequeno grupo de voluntárias.

As mulheres tinham entre 40 e 65 anos e atrofia facial leve a moderada.

Assim é chamado o desgaste e flacidez da pele relacionada ao envelhecimento e danos causados pelo sol.

Todas participaram de treinamento, onde aprenderam 32 exercícios faciais distintos.

Cada um leva cerca de um minuto.

Elas foram instruídas a fazer esses exercícios em casa, todos os dias durante oito semanas.

Depois disso, deveriam continuar a praticar em dias alternados.

As participantes foram fotografadas no início do estudo.

E também quando o estudo completou oito semanas e no final de 20 semanas.

Depois, as fotos foram mostradas a dermatologistas, que não conheciam a ordem em que foram tiradas.

Os profissionais avaliaram 19 características faciais diferentes.

E estimaram a idade das mulheres em cada foto.

Como resultado, as mulheres pareceram mais jovens até o final do programa.

A média de idade percebida das participantes foi de 50,8 antes dos exercícios.

49,6 depois de oito semanas, e 48,1 anos após 20 semanas.

Os exercícios melhoram a aparência porque aumentam e fortalecem os músculos faciais.

“O rosto torna-se mais firme e mais tonificado e moldado como um rosto mais jovem”.

A explicação é do autor do estudo, Dr. Murad Alam.

A má notícia é que a rotina de exercícios é demorada e desanima.

Das 27 mulheres inicialmente matriculadas no estudo, 11 o abandonaram antes da conclusão.

O estudo foi publicado no periódico JAMA Dermatology.