Quando a salada é a pior opção

Diante de uma realidade assim descrita, podemos pensar se não é este o fim do mundo. Saladas do McDonald’s, que atraem pessoas buscando alternativas de junk food que sejam mais saudáveis, têm mais calorias que os sanduíches da rede.

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A cena é comum e recorrente.

Você está acompanhada de amigos e com eles cruza a porta debaixo dos arcos dourados.

Como a intenção é manter-se na linha, sua escolha recai sobre as supostas melhores alternativas do cardápio.

De olho no perfil nutricional da refeição, a surpresa é saber ser esta a pior opção.

No exterior, o McDonald’s lançou uma salada com o dobro das calorias de um Double Big Mac.

O objetivo é contemplar um novo público, o dos jovens que consideram que a rede oferece um gosto envelhecido.

Segundo pesquisa do site Technomic, desde 2011 o McDonald’s tem registrado, nos Estados Unidos, uma média de 13%/mês de queda de visitas de jovens entre 19 e 21 anos.

Mas encher um prato de plástico de folhas e chamar de salada não resolveu o problema.

O novo item do menu, batizado Keep Calm Caesar On, leva couve, bacon, queijo parmesão, croutons de pão de alho e tiras de frango empanado.

São 520 Kcal, 1.140 mg de sódio e 31 gramas de gordura.

Com molho, o prato vai a 730 Kcal, 1.400 mg de sódio e 45 gramas de gordura.

Se a carga de energia assusta, a de sódio apavora.

A Organização Mundial de Saúde recomenda o consumo de dois gramas diários da substância, com um limite de 2,3 g, enquanto outros especialistas advoguem a necessidade de apenas 500 mg/dia.

Se a intenção é preservar o peso ou até emagrecer, não precisa ser antipática.

Você pode sair com os amigos para almoçar.

Só peça licença para visitar alternativas na praça de alimentação ou nas cercanias, marcando o reencontro para alguns minutos mais tarde.

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