O outro lado de ser feliz

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O que não nos mata nos fortalece. O ditado ganhou o aval da ciência. Pesquisador revela que os tempos difíceis são a chave para uma vida feliz.

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Já sabemos muito sobre a felicidade.

Nas duas últimas décadas, aprendemos sobre o tema mais que nos séculos anteriores.

O mais importante foi desmistificar seu entendimento.

Ela deixou de ser vista como parte da saúde mental, mas sobretudo o que torna a vida digna de ser vivida.

Um dos psicólogos mais representativos da psicologia positiva é Martin Seligman.

Para ele, a felicidade é viver frequentes emoções positivas, como alegria, excitação e contentamento.

Combinadas com sentimentos mais profundos de significado e propósito.

A explicação veio em depoimento ao Daily Mail.

Este ponto de vista implica em uma mentalidade positiva no presente.

E uma perspectiva otimista para o futuro.

Mas há um alerta.

Lutar por uma vida feliz é uma coisa, mas buscar ser feliz o tempo todo é irrealista.

Por isso, é preciso entender como a adversidade pode ser boa.

Superar contratempos nos torna mais resistentes e nos levar a agir.

Traumas podem ser catalisadoras de mudanças profundas.

O que leva a um fenômeno conhecido como “crescimento pós-traumático”.

Como conclusão, o especialista esclarece que sentir-se feliz é transitório.

Levar uma vida mais feliz, por outro lado, é sobre o crescimento individual através da busca do significado.

Trata-se de aceitar nossa humanidade com todos os seus altos e baixos.

Apreciando as emoções positivas, enquanto puder.

E aproveitando sentimentos dolorosos para alcançar nosso potencial total.

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