O preço do exagero na mesa

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Mal acaba o Natal, temos pela frente a mesa de Ano Novo. Se já fez sentido em outros tempos, hoje a celebração através da fartura só nos expõe a um desnecessário exagero. Saiba o que acontece no corpo quando comemos em excesso.

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Peru, farofa, tender, pernil, bacalhau, salpicão…

Será que ainda sobra espaço para as rabanadas?

Antes mesmo de sentar à mesa, já começamos a comer com os olhos.

Nas festas de Natal e Réveillon, o perigo está em toda parte.

É que os alimentos preparados com mais gordura ou açúcar agradam mais não só ao paladar, mas também ao cérebro.

Este apetite inflacionado propicia a maior ingestão desse tipo de comida e, como consequência, o aumento de peso.

Mas, além do peso extra, o que o exagero alimentar e alcoólico pode provocar em nosso corpo?

Ao encarar a ceia com mais animação, o organismo começa a reagir fisicamente.

Para acomodar o excesso, o estômago aumenta sua capacidade de cerca de 50 mililitros (quando vazio), para um litro ou mais.

Ao expandir-se até 10 vezes seu tamanho original, ele comprime os outros órgãos.

E o que acontece ali dentro?

Gases, que são acumulados a partir das mastigadas, ocupam mais espaço que o alimento ingerido.

Tudo isso nos leva a sentir uma “queimação” – provocada pela produção acelerada de ácido clorídrico.

A produção do hormônio leptina, que sinaliza saciedade, também é comprometida.

Quer entender melhor?

Faltando uma semana para outra festança, é melhor informar-se com antecedência.

Confira o vídeo da American Chemical Society a seguir – selecione as legendas em português.

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