O consumismo que nos consome

O consumismo que nos consome

Nenhuma compulsão é saudável, nem mesmo por dietas e exercícios físicos. Além de pessoas doentes, o comportamento ansioso que se volta para o exagero as deixa… chatas. Artistas americanos expõem o problema onde ele mais se revela, na publicidade e no mercado.

No Brasil, sempre vemos protestos violentos dos chamados “black blocs”. Melhor e mais eficaz seria se fossem mais inteligentes. De maneira sutil, o grupo TrustoCorp pratica em Nova York uma “guerrilha artística”. Através de intervenções em cartazes publicitários ou, ainda mais genial, com a recriação de rótulos de produtos e de capas de revista com notícias falsas (ou que ainda não aconteceram), o coletivo critica o consumismo bem na terra onde foi inventado.

O ambiente contemporâneo parece estimular diversas formas de compulsão. Que, em casos extremos, pode se tornar patológica – ou seja, uma doença. Com uma boa dose de culpa ao final. Afinal, parece haver uma defasagem entre o que pensamos e queremos. E entre o que controlamos e aquilo que desejamos de forma irresistível. Só que, satisfeito o desejo, é disparado um ciclo: saciedade, culpa e desejo de novo.

E é claro que, em se tratando dos Estados Unidos, a crítica à alimentação também está na mira. Através de rótulos falsos, colocados entre outros normais nas gôndolas dos supermercados, os produtos dialogam de maneira diferente com o consumidor. Desta intervenção vemos, por exemplo, a oferta de um serviço absurdo, o drive thru de lipoaspiração. Ou o “Obesitea” (brincadeira entre as palavras “obesity” e “tea”, chá) entre as bebidas açucaradas.

Confira a seguir algumas destas intervenções e veja se você consegue rir.

O consumismo que nos consome

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