O componente emocional na balança

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Insatisfeita com o trabalho? Infelizmente, essa tristeza vai parar na balança. Estudo revela que quem não se realiza profissionalmente tenta aliviar a frustração mastigando. Cuidar da boa forma passa necessariamente por cuidar do astral.  

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Um péssimo dia no trabalho nos conduz às piores escolhas no cardápio. O problema é que não encaramos as tentações sozinhas. 41% das pessoas que sentem-se mal no escritório encorajam amigos e familiares a comer mais salgadinhos, doces e fast food.

A afirmação vem de um estudo encomendado pelos fabricantes do remédio Gaviscon, indicado para o tratamento de indigestão, que acompanhou dois mil trabalhadores britânicos.

Felizmente, o contrário também acontece. Quando tudo dá certo na vida profissional, preferimos saladas e alimentos com menos calorias.

Os resultados encontrados comprovam que o componente emocional influencia, e muito, na balança.

Durante a semana, quatro refeições são decididas de acordo com o que estamos sentindo. Com raiva, o tempo à mesa soma em média seis minutos. De cabeça cheia, a maioria opta por comer na mesa de trabalho três vezes por semana, enquanto 14% ficam em jejum.

Ao saber de antemão que sofrimentos emocionais constituem um grande obstáculo para a perda de peso, a saída é colocar a agenda em dia e fazer as pazes com os colegas.

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