Números que não contam

Pronto, falei. O Índice de Massa Corporal não é indicativo de saúde. Nem para mais, nem para menos. É o que afirma novo estudo da Universidade de Alberta (Canadá). Leia…

Tempo de leitura: 4 min.

Pronto, falei. O Índice de Massa Corporal não é indicativo de saúde. Nem para mais, nem para menos. É o que afirma novo estudo da Universidade de Alberta (Canadá).

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Ele é um parâmetro poderoso.

Mas as pessoas precisam abandonar a obsessão com o IMC e repensar o modo como julgam a obesidade.

É o que afirma um novo estudo, feito pela Universidade de Alberta (Canadá).

A métrica, que estabelece o tamanho corporal de uma pessoa a partir de seu peso e altura, tornou-se uma referência na medicina.

Mas o Índice de Massa Corporal não é apenas um mau indicador de quão saudável você é.

Ele pode levar médicos a prescreverem o tratamento errado para os pacientes.

Para calcular o seu IMC – clique aqui.

Foi nos anos 1970 que a medida ganhou popularidade como uma forma de julgar a gordura corporal.

Um IMC saudável é tipicamente medido entre 18,5 e 24,9.

Qualquer coisa abaixo de 18,5 é considerado abaixo do peso.

IMC entre 25 e 29,9 cai no território do sobrepeso.

Com IMC acima de 30 a pessoa é considerada obesa.

“O índice é útil para acompanhar as tendências do peso corporal da população”.

A declaração é da autora, Dr. Arya Sharma.

“Mas tem limitações bem conhecidas quando aplicado a indivíduos”.

Por exemplo, muitos atletas profissionais são qualificados com excesso de peso ou obesos.

Mas eles têm muito mais massa muscular, que pesa proporcionalmente mais que a gordura.

Nestas condições, um atleta pode ter um IMC acima de 30 e ser perfeitamente saudável, metabolicamente falando.

Com a pressão arterial normal, fígado funcionando bem e níveis de colesterol dentro dos limites normais.

Por outro lado, algumas pessoas com IMC abaixo de 30 têm problemas de saúde que poderiam melhorar se perdessem peso.

“O IMC é como o tamanho de uma roupa”.

Assim resumiu o Dr. Sharma.

“Ele diz o quão grande você é, não o quanto esteja doente”.

Por este motivo, não é um bom critério para diagnosticar uma doença.

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