Nada tanto assim

Essa é grave. Estudo revela que nada menos que a maioria dos shakes usados para substituir refeições fazem alegações de saúde que são claramente exageradas ou simplesmente falsas.

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Quase 80% dos shakes vendidos no Reino Unido não cumprem o que dizem nos rótulos.

A afirmação é de um estudo do King’s College London.

Nele ficamos sabendo que as afirmações divulgadas são “claramente exageradas ou simplesmente falsas”.

O problema é que estes shakes são usados em estratégias para perda de peso.

Sua ineficiência traz preocupação extra para a nação mais obesa da Europa Ocidental.

Foram analisados 50 marcas comercializados naquele país.

E checadas quanto a composição, rotulagem e alegações nutricionais e de saúde.

Os dados foram cruzados com a regulamentação da União Europeia.

Como resultado, apenas 10 marcas atenderam a todos os requisitos.

79% não cumpriram os critérios para serem chamadas de “substituto de refeição para controle de peso”.

“Este grupo de consumidores geralmente têm falsas percepções sobre a eficácia de tais produtos”.

A explicação é de uma das autoras do estudo, Dra. Kelly Johnston.

“Mesmo que entendam as afirmações, muitas vezes não acreditam no que estão lendo”.

Exigir que os produtos atendam aos critérios de composição e rotulagem legalmente exigidos é o mínimo.

Assusta ver como um país tão desenvolvido passa por isso.

Aqui como lá, é de se imaginar a situação de controle e consequências.

De qualquer forma, fica o alerta de que o consumo de suplementos sem orientação pode causar dano à saúde.

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