Dieta das cavernas

Dieta das cavernas

Quando não haviam alimentos industrializados, e antes até de existir a agricultura, ninguém tinha problemas de peso. Também conhecida como “paleo diet”, a viagem no tempo em busca da saúde e das pazes com a balança começou.

A idade da Terra é de 4,54 mil milhões de anos. Nós, humanos, surgimos na África há cerca de 200 mil anos.

Como estamos no ano 2014 do nosso tempo, o raciocínio é o de que vivemos mais tempo selvagens, nas cavernas e caçando nas florestas, do que cercados pelas facilidades e alimentos da vida moderna.

Segundo a teoria da dieta paleolítica, todas as doenças que conhecemos são respostas do corpo ao consumo excessivo de carboidratos, açúcar e alimentos processados, para os quais nosso organismo ainda não está preparado.

Ou seja, o certo seria comer apenas alimentos naturais de fonte animal e vegetal. Muito pouca coisa cozida. Nada de sobremesa. E muita gordura animal, vinda da carne.

Na mesa dos adeptos da dieta, entre eles famosos como Mathew McConaughey, Miley Cirus, Jessica Biel e Megan Fox, estão excluídos os cereais cultivados, como milho, aveia e trigo (e, consequentemente, tudo feito com farinha); leite e derivados; carboidratos processados e açúcar.

Estudos que apoiam a prática, como o de pesquisadores suecos, publicado no European Journal of Clinical Nutrition, sustentam que o cardápio das cavernas é duas vezes mais eficiente na redução do peso corporal que as dietas convencionais.

Paleodiet: a dieta das cavernas

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É claro que esta é uma tendência, o que pode ser visto pela quantidade de livros e “especialistas” que podemos encontrar noa internet.

Mas não são todos os médicos que a recomendam. Com ênfase excessiva no consumo de proteína, a permissividade em relação à gordura saturada e a ausência de grãos, o resultado é a falta de fibras. Pois são justamente elas que mais contribuem para baixar o colesterol, auxiliar a digestão e ajudar a manter a forma.

Comer alimentos naturais, crus ou cozidos no vapor – tudo isso não é novidade para nós. O que sempre falo é do equilíbrio.

Qualquer mudança alimentar que exclua grupos alimentares inteiros são radicais demais, para o bem e para o mal.

O ideal é combinar a informação com hábitos de vida mais saudáveis, como a adoção de uma rotina de atividades físicas.

Sem meus chás, eu jamais conseguiria. E você, o que acha da dieta das cavernas?

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