Antídoto do sedentarismo

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Horas até o trabalho. Horas sentada trabalhando. E mais um tanto na volta. Todos os dias. O custo de tanto sedentarismo é alto. Mas estudo revela como neutralizar o prejuízo da inatividade.

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Em média, estamos sentadas por quase oito horas por dia.

Tanta inatividade não faz apenas acumular peso extra.

Render-se à esta rotina aumenta o risco de doenças e reduz a expectativa de vida.

Agora, um novo estudo chegou a um “antídoto” do sedentarismo.

A pesquisa foi feita pela Universidade de Warwick (Inglaterra).

Nela, descobrimos que para reduzir o risco de doenças cardíacas é preciso andar 11 quilômetros por dia.

Ou passar sete horas de pé.

“Mais tempo no modo sedentário está significativamente associado com maior circunferência abdominal, triglicérides mais elevados (gordura no sangue) e menor colesterol HDL”.

A declaração é de um dos autores, Dr. William Tigbe.

“E tudo isso soma para aumentar o risco ao coração”.

No estudo, voluntários observados que tinham funções burocráticas tinham circunferência abdominal média de 97 cm.

E um ponto a mais no Índice de Massa Corporal (IMC), em comparação com aqueles que faziam rotas de entregas (94 cm de cintura, em média).

Especificamente, a cintura aumenta em dois centímetros, e o risco de doença cardiovascular aumenta em 0,2%, para cada hora adicional após cinco horas sentada.

Neutralizar tamanho dano exige comprometimento.

Ninguém disse que seria fácil.

E certamente não é.

Andar mais de 15.000 passos por dia (cerca de 11 km), ou passar sete horas por dia de pé, estava ligado a zero fatores de risco.

Por que tanto?

A especulação é que o corpo humano não foi feito para passar tanto tempo parado.

Se andar 11 quilômetros por dia parece impossível, os cientistas sugerem estratégias que ajudem a chegar perto da meta.

Escolher subir as escadas, caminhar até seus compromissos e não entregar-se ao sofá nos finais de semana ajuda.

O estudo foi publicado no periódico científico International Journal of Obesity.

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