Academia não tem idade

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Malhação é coisa para jovens, certo? Nada disso. Estudo revela como exercícios leves entre mulheres de 60 a 90 anos aumentam sua longevidade.

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A falta de atividade física leva a um enfraquecimento relacionado à idade.

E a um pior estado de saúde geral em adultos mais velhos.

Nesta faixa, as diretrizes sugerem o mínimo de 2,5 horas por semana de atividade moderada.

Como boas caminhadas.

Ou 1,25 hora por semana de exercícios vigorosos (como corrida).

Infelizmente, muitos não são capazes de realizar exercícios de intensidade alguma.

Como contornar esta dificuldade?

Um novo estudo resolveu investigar o quanto de atividades este público pode realizar.

E como isso afeta sua saúde.

A pesquisa foi feita pela American Geriatrics Society (Estados Unidos).

Nela foram analisadas 6.489 mulheres, com idade entre 63 e 99 anos.

A maioria foi considerada com sobrepeso, sendo 30% obesas.

Todas realizaram exames físicos e responderam sobre sua saúde e a qualidade do sono.

Também usaram um acelerômetros (espécie de rastreador de fitness).

Elas foram acompanhadas por um ano, entre 2012 e 2013.

Em 2016, os pesquisadores revisaram os certificados de óbitos, para saber quantas haviam falecido.

Como resultado, quem tinha níveis mais altos de atividade física revelou maior longevidade.

O estudo foi publicado no Journal of the American Geriatrics Society.

Se frequentar a academia não lhe apetece, não há problema.

Como vimos, caminhadas podem cumprir a cota de atividade moderada.

E a ciência tem uma dica que vai motivar você – leia mais aqui.

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